
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Atividade Aplicada: Bula
Com o objetivo de refletir sobre a leitura e as funções da escrita nas práticas do cotidiano dos nossos alunos escolhi para analisar e compreender a estrutura do gênero textual: "bula".
Para dar início a essa atividade, solicitei com antecedência que os alunos trouxessem para a aula receitas médicas, bulas e remédios e embalagens. Iniciei a aula discutindo a importância da leitura da bula de remédios, também falamos sobre o risco de tomar remédio sem saber que efeitos ele pode causar ao nosso organismo. Estimulei-os a relatarem suas experiências pessoais. Segui com a leitura do texto e as devidas explicações. Ao longo da atividade percebi que muitos alunos tiveram dificuldades em localizar as informações e entendê-las, uma vez que as mesmas usam termos técnicos desconhecidos por eles, então, resolvi colocar no quadro os tópicos mais importantes e solicitei que os encontrassem e sublinhassem em seu texto (bula) para que as dúvidas fossem esclarecidas.
Na aula seguinte providenciei uma cópia do texto abaixo da aula 1 do caderno AAA4. (Professor p. 15)
Para dar início a essa atividade, solicitei com antecedência que os alunos trouxessem para a aula receitas médicas, bulas e remédios e embalagens. Iniciei a aula discutindo a importância da leitura da bula de remédios, também falamos sobre o risco de tomar remédio sem saber que efeitos ele pode causar ao nosso organismo. Estimulei-os a relatarem suas experiências pessoais. Segui com a leitura do texto e as devidas explicações. Ao longo da atividade percebi que muitos alunos tiveram dificuldades em localizar as informações e entendê-las, uma vez que as mesmas usam termos técnicos desconhecidos por eles, então, resolvi colocar no quadro os tópicos mais importantes e solicitei que os encontrassem e sublinhassem em seu texto (bula) para que as dúvidas fossem esclarecidas.
Na aula seguinte providenciei uma cópia do texto abaixo da aula 1 do caderno AAA4. (Professor p. 15)
Ler para compreender
Antônio é um garoto de 12 anos, que foi convidado para uma festa em sua escola, na qual estarão todos os seus colegas. Porém, no dia da festa, antes de sair de casa, ele sentiu-se mal, percebeu sua temperatura muito alta e constatou que estava com febre.
Antônio já sabia que remédio (antitérmico) deveria tomar, mas não lembrava a dosagem do medicamento. Como ele poderia descobrir a dose adequada para aquela situação?
Proppus a leitura silenciosa e em seguida li em voz alta, depois da leitura pedi como poderíamos resolver a situação de Antônio. Além disso, questionei que não éramos médicos para receitar a ele algum medicamento, o que poderíamos, era auxiliá-lo na leitura da bula em busca das informações que ele precisava, a proposta era escrever um bilhete ao Antônio. A produção do mesmo demorou uma aula, pois passei de carteira em carteira para auxiliá-los.
Para finalizar essa atividade, a proposta era oferecer aos alunos uma oportunidade de "brincar" com o texto, usando a sua criatividade na elaboração de um remédio diferente com sua respectiva bula e também a sua embalagem. Durante a produção circulava entre as carteiras, lembrando sempre, da necessidade de informar ao leitor para que serve, quando deve ser usado, quando pode fazer mal. Os momentos foram registrados com fotos.
Fiquei um pouco triste, pois acho que escolhi um gênero textual que ainda não faz parte do universo da leitura dos nossos alunos. Isso me possibilitou uma reflexão ainda maior sobre o meu trabalho, foi difícil no início, mas, o desafio foi superado a medida que percebia o avanço deles com questionamentos, sugestões e experiências pessoais, acredito que só com atividades como esta, conseguiremos formar leitores competentes e mais comprometidos.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
MEMORIAL DO LEITOR
TÚNEL DO TEMPO
Escrever um memorial do leitor, é tarefa muito difícil para mim, pois não tive contatos com os livros na minha infância e tão pouco cresci ouvindo histórias contadas pelos pais ou avós. Acho que minha família nunca, ou quase nunca teve nenhum contato com a literatura. Apesar disso, sempre me incentivaram muito a estudar, cresci ouvindo deles, que eu precisava ir à escola e aprender tudo o que os professores me ensinassem, pois o "estudo" como eles mesmo diziam, era um " bem" que ninguém poderia me tomar.
Foi na escola que tive mais contatos com os livros e com a leitura, apesar de não lembrar da biblioteca da escola, lembro do professor de português Walter Bazanella que marcou muito minha vida, sempre fazia leituras diárias e eu ficava encantada com as mesmas. Sem dúvida, ele foi um dos maiores incentivadores a leitura.
Quando entrei para a faculdade, fiquei mais uma vez encantada, desta vez, com o tamanho e a diversidade de obras que a biblioteca da Furb oferecia aos alunos, e a partir daí, sim, iniciei finalmente meu contato com o mundo da leitura, todo o universo mágico dos livros veio ao meu encontro.
Hoje como professora, li e leio muito para os meus alunos, pois sei que para muitos deles pode ser que eu seja a única fonte de referência de leitura.
Como mãe, leio para minhas filhas desde a gestação, sei que não tive isso com os meus pais, porque não podiam, mais, eu posso e devo.
E o que eu mais desejo, é que meus alunos e minhas filhas se tornem leitores apaixonados como eu.
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
AVALIAÇÃO DO GESTAR
AVALIAÇÃO DO GESTAR
Pensando em levar o melhor para a construção do conhecimento aos meus alunos, resolvi aceitar mais uma vez o desafio de participar do Projeto Gestar II, digo, mais uma vez, porque em 2009 iniciei e como estava grávida achei melhor me dedicar exclusivamente a minha gestação e deixando o prejeto para 2010.
Sabia que o caminho era arduoso, mais agora, avaliando todo o percurso realizado, posso afirmar sem dúvida que valeu a pena.
As atividades desenvolvidas foram sempre inovadoras e marcantes, envolvendo sempre com muita satisfação os alunos através de materiais e de novas propostas metodológicas que contribuíram muito para a qualidade do ensino tornando as minhas aulas mais dinâmicas e significativas.
Os encontros sempre foram marcados com a troca de experiências vividas pelo nosso pequeno grande grupo e também com atividades propostas pela nossa formadora Angelita que foi um instrumento importante nessa caminhada, que sempre nos presenteava com indicações de leituras, dicas de sites para pesquisas e sugestões de atividades.
Acho que esses são alguns pontos positivos do curso.
Como ponto negativo destaco apenas os relatórios de cada atividade aplicada, devido a falta de tempo e acúmulos de trabalhos. Acho que não me organizei direito rsrs.
Mas preciso admitir também, que de ponto negativo tornou-se outro ponto positivo, afinal escrever também´foi uma experiência conquistada através do curso.
Muitos desafios e conquistas foram encontrados, hoje sinto-me cada vez mais confiante para essa missão de ensinar e aprender. Adquiri uma nova visão sobre o ensino da língua portuguesa, o curso atingiu minhas expectativas.
O gestar foi uma experiência ímpar na minha vida profissional.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
INDICAÇÕES DE LIVROS PARA ADOLESCENTES
QUERIDO DIÁRIO OTÁRIO
(Jim Benton)
(Jim Benton)
É uma série de livros que conta histórias interessantes e muito divertidas de uma garota nada convencional e muito esperta chamada Jamie, ela se mete em várias confusões.
Ela mora com sua mãe, uma péssima cozinheira, seu pai e Fedido, seu cachorro.
E como toda adolescente que se preze, ela tem uma amiga que se chama Isabella e também uma inimiga chamada Angelina, a menina mais bonita e popular do colégio, Jamie gosta muito de Lucas, amigo seu de colégio.
Por tratar de fatos que o público infanto-juvenil vivencia na adolescência, a garotada vai se divertir muito com a leitura...
Indicado pela minha filha Isabela de 10 anos que se delicia todas as noites com os livros.
Os títulos abaixo:
* É melhor fingir que isso nunca aconteceu
* Tem um fantasma na minha calça
* Eu sou a princesa ou o sapo
* Nunca faça nada, nunca
* Os adultos podem virar Gente
* O problema desse lugar é que é daqui que eu vim
* Nunca subestime a sua idiotice
* Não é minha culpa se eu sei de tudo
* É para isso que não servem os amigos
* As piores coisas da vida também são de graça
COISAS QUE TODO GAROTO/GAROTA DEVE SABER
(Antônio Carlos Vilela)
Um guia para adolescentes que tráz dicas importantes sobre comportamento, etiqueta com a família, com os amigos, namorados etc..., cuidados com o corpo, saúde, sexualidade.
Tudo para os adolescentes ficarem bem informados e mais preparados para curtir essa ótima etapa da vida.O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS
(Ignácio de Loyola Brandão)
Um menino muito esperto que tem muito orgulho de seu pai, um homem muito culto, inteligente e que conhece as palavras como ninguém.
Se os amigos do menino querem saber o significado de alguma palavra, é ao pai dele que sempre recorre. Para qualquer palavra ele tem uma resposta. A curiosidade dos amigos é tão grande que o menino logo percebe: e se começasse a negociar o significado das palavras
As palavras são negociadas por fotografias, sorvetes, picolés, e esse negócio acontece sem o seu pai saber, é claro.E assim, o menino e seus amigos descobrem a importância de conhecer as palavras e o quanto a leitura é necessária.
DEPOIS DAQUELA VIAGEM
(Valéria Piassa Polizzi)
Diário de bordo de Valéria, uma adolescente de 16 anos , que foi contaminada pelo vírus da AIDS em uma viagem, durante sua primeira relação sexual com o namorado. Nesse livro , ela mostra como, de repente por causa de 4 letrinhas, sua vida passou por uma reavaliação radical. Ela expõe, sem meias palavras, como a doença mexeu com a sua cabeça e com os seus sentimentos.
Depois daquela viagem é um livro triste e algre, tocante e verdadeiro, um testemunho da coragem e da determinação de levar adiante a vida, apesar da doença.Com uma linguagem juvenil e descontraída, a jovem fala dos problemas da adolescência, das dúvidas, dos medos e angústias e da experiência como portadora do vírus mais mortal do planeta.
CONTOS DE ENGANAR A MORTE
(RICARDO AZEVEDO)
Narrativas populares sobre a morte. Um herói que não quer morrer e inventa mil truques para dar um jeitinho de escapar da morte. O autor confronta as diferentes versões e reconta, a seu modo, tentando sempre recuperar a essência de cada história.
Lendo essas narrativas podemos perceber que, se o tema a morte assusta, ele também é capaz de fazer pensar e de provocar boas risadas.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
MEMORIAL 2
Meu nome é Judite Eliane Tafner Kolscheski. Sou natural de Jaraguá do Sul, nasci em 30 de dezembro de 1971 e tenho duas lindas e maravilhosas filhas: Isabela de dez anos e Isadora de um ano e seis meses.
As lembranças de minha infância são poucas, mas de muito amor, carinho e proteção. meus pais sempre trabalharam, por isso, durante a minha trajetória escolar, não tive a presença constante deles e sim de minha avó paterna.
Aos seis anos iniciei o pré-escolar no Sesi e a ínica lembrança que tenho é que meu avô paterno me levava e me buscava, e eu adorava fazer esse trajeto, pois víamos conversando pelo caminho e como ele era jardineiro, mostrava-me as flores que cuidava nos jardins que cuidava. (saudade eterna)
Com sete anos fui matriculada na E.E.B. Rolando Harold Dornbus, próxima ao Sesi, onde permaneci por toda caminha escolar até o ensino médio, mesmos colegas, mesmos professores, só que agora estava cheia de espectativas, medos e ainda a necessidade de trabalhar para ajudar no orçamento familiar.
Saber conciliar trabalho com estudo e mais algumas preocupações na cabeça: vestibular, profissão, futuro. Nada estava claro ainda na minha cabeça, mas como na época eu trabalhava na Marisol como secretária, optei por fazer o curso de letras oferecido pela Furb em Blumenau. Formando-me em 1996.
Após a conclusão da graduação, increvi-me no curso de pós graduação pela faculdade São Luís - Jaboticabal, São Paulo.
Assim iniciei a minha profissão de educadora pelas escolas municipais em 1998e a partir dali, o meu desejo de ensinar só aumentou.
Hoje como educadora sinto a necessidade de estar sempre atualizada e por isso procuro sempre aplicar os meus conhecimentos em sala de aula.
As lembranças de minha infância são poucas, mas de muito amor, carinho e proteção. meus pais sempre trabalharam, por isso, durante a minha trajetória escolar, não tive a presença constante deles e sim de minha avó paterna.
Aos seis anos iniciei o pré-escolar no Sesi e a ínica lembrança que tenho é que meu avô paterno me levava e me buscava, e eu adorava fazer esse trajeto, pois víamos conversando pelo caminho e como ele era jardineiro, mostrava-me as flores que cuidava nos jardins que cuidava. (saudade eterna)
Com sete anos fui matriculada na E.E.B. Rolando Harold Dornbus, próxima ao Sesi, onde permaneci por toda caminha escolar até o ensino médio, mesmos colegas, mesmos professores, só que agora estava cheia de espectativas, medos e ainda a necessidade de trabalhar para ajudar no orçamento familiar.
Saber conciliar trabalho com estudo e mais algumas preocupações na cabeça: vestibular, profissão, futuro. Nada estava claro ainda na minha cabeça, mas como na época eu trabalhava na Marisol como secretária, optei por fazer o curso de letras oferecido pela Furb em Blumenau. Formando-me em 1996.
Após a conclusão da graduação, increvi-me no curso de pós graduação pela faculdade São Luís - Jaboticabal, São Paulo.
Assim iniciei a minha profissão de educadora pelas escolas municipais em 1998e a partir dali, o meu desejo de ensinar só aumentou.
Hoje como educadora sinto a necessidade de estar sempre atualizada e por isso procuro sempre aplicar os meus conhecimentos em sala de aula.
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